segunda-feira 26 outubro, 2020
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Higiene racial, uma obsessão do Ocidente cristão

Os alemães ficaram ligados à eugênesia por causa das práticas dos nacional-socialistas que, durante a Segunda Guerra Mundial eles a praticavam contra judeus, ciganos, homossexuais e outros coletivos. Porém, a eugênesia tinha uma história em toda a Europa e mesmo nos EUA, a qual concedeu un modelo sociocultural importante ao início do debate na Alemanha, quando ainda poucos avizoraban o final sombrio do extermínio. Isso aconteceu no hemisfério ocidental, principalmente cristão. Importante: A Teoria da Evolução está diretamente relacionada ao surgimento de práticas de higiene racial, que são a origem de muitas investigações genéticas, e também grandes desastres de extermínio.

Eugênesia é uma palavra que vem do grego e significa "boa origem".

O historiador e moralista filósofo Lúcio Mestrio Plutarco em "Vida de Licurgo" (biografia de um legislador fundamental para Esparta), disse que, no momento do nascimento, a criança era banhada em vinho pela mãe para verificar a sua resistência a os eflúvios tóxicos do álcool. Se a criança ultrapassava o teste, era submetida pelo pai perante uma comissão de anciãos da Lesche ou Lešje (portal), aqueles que inspecionavam para avaliar a sua saúde, beleza e força capaz de suportar os rigores de uma vida espartana.

Se a criança não atendia esses requisitos era levada para o Apothetai ou Apotetas (tanque de resíduos), na ribanceira oriental do Monte Taygetos (2.407 m de altura) de onde era jogado ou onde ele era abandonado na Kaiada ou Kheadas.

O filósofo ateniense Platão, discípulo de Sócrates, definiu em "A República", o contexto em a procriação debería ocorrer: "As mulheres darão às crianças o estado dos 20 aos 40 anos e os homens, uma vez que passou o primeiro fogo da juventude até aos 55 anos".

No livro "Política", o filósofo de Estagira, Aristóteles, considerava natural que "no que diz respeito a matar ou criar os filhos, a lei deve proibir qualquer coisa idiota ou monstruosa a crescer".

Ele propôs que o Estado "limite a procriação, ao invés da propriedade, de modo que não seja gerado mais que um certo número. E levando em conta as eventualidades de que alguns dos recém-nascidos morrem e a infertilidade dos outros".

Nos dias da República de Roma, a rocha Tarpeya era famosa, ao lado do cume sul do Monte Capitolino, com vista para o antigo Fórum. Foi o local de execução dos assassinos e traidores, que eram jogados desde ela. Também as crianças deformadas e doentes.

Se merecia viver, o jovem espartano recebia, a partir dos 7 anos, um treinamento
organizado pelo Estado, chamado "agogé".

Mas o teórico da eugênesia foi conhecido muitos anos depois. Era um médico inglês, primo de Charles Darwin, chamado Sir Francis Galton, um estudioso do processo da seleção e aperfeiçoamento de cavalos de corrida.
Uma sentença sua: "…asim como é fácil, apesar de algumas limitações, obter por seleção cuidadosa raças estáveis ​​de cães ou cavalos dotados de poderes especiais para a corrida ou para fazer qualquer outra coisa, asim de viável deveria ser produzir uma raça de homens altamente dotados através de casamentos sensatos ao longo de várias gerações consecutivas".

É um conceito muito interessante, não aprofundado pelos defensores do criacionismo da Terra e do Universo, de que a Teoria da Evolução foi matéria-prima para os promotores da higiene racial.

Séculos 19 e 20: da Inglaterra aos EUA

Em 1883, Sir Galton escreveu suas idéias em seu ensaio "Investigações sobre as faculdades humanas e seu desenvolvimento", que tem 3 premissas:

** A evolução das espécies e a teoria da seleção natural de seu primo Darwin.
** As idéias do clérigo anglicano e estudioso britânico Thomas Malthus de que os recursos mundiais tinham uma capacidade limitada inversamente proporcional ao crescimento populacional.
** A degeneração da raça por causa da superlotação nas cidades, surgimento de doenças que achavam que eram herdadas, tais como tuberculose, sífilis e alcoolismo.

É necessário especificar que, em 1896, Connecticut e outros estados dos EUA aprovaram leis sobre o casamento com critérios eugênesicos, proibindo qualquer um que fosse "epilético, imbecil ou mentalmente fraco" de se casar.

Em 1898, o biólogo Charles Benedict Davenport, diretor de uma estação de pesquisa biológica em Cold Spring Harbor (Laurel Hollow, Nova York), iniciou experimentos sobre a evolução de plantas e animais. E seis anos depois, Davenport recebeu dinheiro de empresas privadas para fundar a Estação Experimental de Evolução.

Em 1906, John Harvey Kellogg forneceu fundos para a Fundação para a Melhoria da Raça, que nasceu em Battle Creek, Michigan.

O movimento eugenista americano recebeu fundos da Carnegie Institute, da Fundação Rockefeller e dos herdeiros de Edward Henry Harriman.

Em 1910, o Eugenics Record Office abriu suas portas, enquanto Davenport e Harry H. Laughlin promoviam as vantagens da eugênica.

O Eugenics Record Office coletou uma massa de informações sobre árvores genealógicas e concluiu que aqueles que eram inadequados vinham de contextos economicamente e socialmente pobres.

Davenport, Laughlin, o psicólogo Henry H. Goddard e o conservacionista Madison Grant começaram a pressionar por leis específicas:

> Davenport defendeu a restrição da imigração e esterilização como métodos principais;
> Goddard favoreceu a segregação em seu livro "O Kallikak Familiar: Um estudo da hereditariedade de fraqueza mental";
> Grant apoiou todas as medidas anteriores e outras, analisando inclusive a ideia do extermínio.

Nos EUA, em 1928, havia 376 cursos universitários, com a presença de mais de 20.000 alunos, incluindo a eugênica em seus currículos.

"Eu concordo com você, se o que quer dizer, como eu suponho, é que a sociedade não tem que permitir que degenerados se reproduzam", escreveu Theodore Roosevelt (1858-1919) a Davenport.

Em 1927, a esterilização pela eugênica foi declarada constitucional pelo Supremo Tribunal de Justiça dos Estados Unidos.

O caso 'Bucks vs Bell' foi um ponto de virada.

Carrie Elizabeth Buck y su madre Emma Buck.

Carrie Buck era uma jovem internada na Colônia Estadual da Virgínia para Epilepticos e Doentes Mentais. O superintendente era John Bell e queria impedi-lo de ter filhos.

O caso chegou à Suprema Corte e os juízes, depois de aceitar que ela e sua mãe e sua filha eram "débiles mentais" e "promíscuas", votou 8 a 1 em favor da esterilização.

A grande maioria do Tribunal decidiu que não so era constitucional esterilizá-las, mas que seria irresponsável não fazê-lo.

De Londres para Estocolmo

Voltando ao Reino Unido em 1904, Galton fundou o Laboratório de Eugênica, onde desenvolveu o modelo "Eugênica Nacional", identificando as variáveis ​​sociais que devem estar sob o controle do Estado para evitar prejudicar as qualidades raciais das futuras gerações, tanto física como mentalmente.

Galton concluiu que o Estado deveria orientar os matrimonios, promovendo os laços entre os casais melhor colocados e melhor dotados da sociedade. Uma preocupação sua era a falta de controle de natalidade nos prolíficos casamentos das classes baixas.

Galton opôs-se às organizações de caridade que cuidavam dos pobres, necessitados e doentes porque impediam o processo de "seleção natural".

Na Europa, a eugênica alcançou certo prestígio científico e social.

Em 1913, a Academia Sueca otorgou o Prêmio Nobel de Medicina a Charles Richet, autor de “La Sélection Humaine” (Paris, 1919), tratado no qual ele dedicou um capítulo à "eliminação dos anormais".

Richet autenticou: "O que faz um homem é a inteligencia. Uma massa de carne humana sem inteligência não é nada. Tem má matéria viva que não é digna de nehum respeito ou nehuma compaixão. Excluí-los resolutamente seria dar-lhes um serviço, pois jamais poderíam outra coisa que sobrelevar uma existência miserável".

Em 1922, o Parlamento sueco aprovou a criação do Instituto Nacional de Biologia das Raças para identificar a antropologia do povo sueco e estabelecer uma classificação das diferentes raças.

O Reino da Suécia criou um banco de dados com estatísticas e fotografias de 100.000 suecos, cujos dados foram publicados em 1926 no livro "Swedish Racial Studies" pelo professor Herman Lundborg, diretor do Instituto.

Em 1934, o parlamento sueco aprovou, com o apoio de todos os partidos políticos, a Lei de Esterilização Compulsória para pessoas incapazes de exercer seus direitos cívicos. A esterilização era aplicada sem o consentimento do paciente.

Charles Richet.

Churchill e os Darwin

O líder conservador británico, o anglicano Winston Leonard Spencer Churchill, foi também um defensor da higiene racial.

Churchill foi secretário do Interior em 1910, e propôs esterilizar 100 mil pessoas mentalmente perturbadas e enviar milhares de outras pessoas para campos de concentração.

Churchill fundamentou isso desta maneira: "O aumento rápidamente crescente e contranatural das classes de doentes e imbecis constitui um perigo nacional e para a raça, impossível de exagerar. Acho que deveria ser cortada e selada a testa, a partir da qual a corrente de loucura é nutrida, antes de pase outro ano. "

Até então, Leonard Darwin, filho de Charles Darwin, liderava o movimento eugênico na Inglaterra.

Em 1913, foi redigida a Lei de Deficiência Mental, que definia quem deveria receber a metodologia eugênica.

Em 1930, Leonard Darwin escreveu: "¿O que é a eugênica? Maneira de melhorar a raça humana", ensaio em que se lê: "Se você visita um bom estabelecimento desta espécie você vai ver que os animais são bem alojados, que os alimentam convenientemente, nem muito nem pouco, e que, além disso, são cuidadosamente preservados de qualquer infecção. ¿Não seria uma satisfação real poder fazer observações semelhantes em qualquer um dos bairros pobres das grandes cidades?".

A preferência de Churchill pela eugênica explica de algum modo que, em 24 e 25 de julho de 1943, ele ordenara o bombardeamento de incêndio de Hamburgo, matando não menos que 48.000 civis.

Em julho de 1944, ele propôs a seus chefes de estado maior o uso de gás venenoso contra os alemães.

Em 13 de fevereiro de 1945, Churchill ordenou o bombardeio de incêndio de Dresden, matando até 200 mil alemães.

Churchill justificou o bombardeio de civis. Para localizar suas decisões no tempo e no espaço, os americanos, que também eram defensores do bombardeio de civis, mataram 83.793 com a bomba atômica em Hiroshima e 71.370 em Nagasaki.

Ilustração na Alemanha 1937: "A ameaça de homens inferiores. Os agressores do sexo masculino têm uma média de 4,9 filhos, um casal de delinquentes: 4,4 filhos, pais de crianças medíocres na escola (3,5); a família alemã: 2,2 crianças, um par de boa extração, 1,9 filhos" por Otto Helmut, em Volk em Gefahr (Povo em perigo), Munique, 1937.

Alemanha

O Partido Nacional dos Trabalhadores Socialistas da Alemanha (Nationalsozialistische Deutsche Arbeiter Partei ou NSDAP) nasceu em fevereiro de 1920.

Em 1933, Adolf Hitler, líder do partido, foi nomeado chanceler pelo presidente Paul von Hindenburg.

E 2 anos mais tarde, o NSDAP promoveu as Leis de Nuremberg, elaboradas pelo jurista e ministro do Interior, Wilhelm Frick, com a colaboração de Julius Streicher, editor do Der Stürmer ("o atacante"), e colaborador próximo de Hitler.

O NSDAP discriminou as minorias que não aceitaram a nova ordem sociocultural.

A sociedade estava dividida entre a Volksgemeinschaft (a comunidade popular), o eixo da futura Alemanha, integrada pelos Volksgenossen (companheiros da nação); e os Gemeinschaftsfremde (residentes), que não pertenciam ao corpo histórico e cultural da Alemanha: judeus, ciganos, deficientes, etc.

No caso dos judeus, impuseram muitas das frustrações nacionais sob eles, especialmente as conseqüências do muito desproporcional e oneroso Tratado de Versalhes.

A higiene racial foi antecipada pelo próprio Adolf Hitler durante seus nove meses de prisão na fortaleza de Landsberg, depois do Putsch em Munique.

Desde 1868, a disseminação da teoria darwiniana ganhou espaço nos estados germânicos, especialmente na Prússia. Por essa razão, a ofensiva sob certos grupos foi mais simples.

Der Stürmer tinha na capa a seguinte frase: "Die Juden sind unser Unglück!" ("Os judeus são a nossa desgraça!"), expresso pelo nacionalista alemão Heinrich von Treitschke, na década de 1880.

Der Stürmer publicou em várias ocasiões cartuns antissemitas e conteúdo explicitamente sexual anticatólico, anticomunista ou anticapitalista.

As Leis de Nuremberg (15 de setembro de 1935) impediram que a sociedade judaica se tornasse racialmente relacionada ao povo alemão, iniciando a discriminação, e depois a perseguição do coletivo judeu.

As leis mais importantes foram a "Lei da Supremacia do Reich" e a "Lei de proteção do sangue e da honra alemães".

Foram prohibidos os casamentos de alemães com pessoas de raças inferiores (por exemplo, Artigo 2: "É proibido o comércio carnal extraconjugal entre judeus e cidadãos de sangue alemã ou afim").

Foram prohibidos os casamentos entre "pessoas saudáveis" e pessoas consideradas geneticamente impuras.

Foram estabelecidas leis contra o aborto e a homossexualidade.

Foram criados 300 tribunais de justiça especiais, formados por 1 médicos e 1 juiz para decidir quem devia ser esterilizado. Mais de 350.000 pessoas foram esterilizadas contra sua vontade.

E foram promovidas as fazendas através do programa Lebensborn ("fonte de vida"), uma resposta ao declínio nas taxas de natalidade na Alemanha.

Wilhelm Frick, Adolf von Bomhard e Konrad Henlein.

A organização foi um escritório dentro do Schutzstaffel (SS) e responsável por programas de bem-estar da família para incentivar a reprodução entre membros da SS e também mães solteiras.

Ao respeito das SS, a Alemanha tinha uma tradição paramilitar. Freikorps ("corpos livres") remontavam-se a 1762, quando Federico II, o Grande, convocou combatentes voluntários durante a Guerra dos Sete Anos, sujeitos à disciplina militar, mais mantendo o seu carácter irregular.

Durante as Guerras Napoleônicas, os Freikorps cresceram, liderados por soldados profissionais, como o general prussiano Ludwig Adolf Wilhelm von Lützow, chefe do Lützowshes Freikorps.

O romantismo nacionalista alemão do início do século XIX produziu uma imagem idealizada dos Freikorps.

Durante a República de Weimar, os Freikorps colaboraram na repressão de comunistas, anarquistas e esquerdistas em geral.

A tradição dos Freikorps esteve na origem da organização do NSDAP.
Lebensborn fornecia lares de maternidade e assistência financeira às esposas dos membros da SS e mães solteiras; administrava orfanatos e programas para dar às crianças em adoção depois de 3 meses, tomando conta o estado de sua educação.

Foi estabelecido o programa de eutanásia compulsória Aktion T4 (o endereço onde a iniciativa foi organizada foi "Berlin Tiergartenstrasse número 4"). Supervisionados pelos médicos para remover as pessoas designadas como crianças com doenças terminais, doentes mentais, com defeitos hereditários, esquizofrénicos, epilépticos, maníaco-depressivos, cegos e com surdera genética, alcoólicos crónicos, dementes seniles, paralíticos, sífiliticos, e todos aqueles com sintomas de retardamento mental e deformidades físicas. O programa de eutanásia foi praticado para 70.273 vítimas.

O programa Aktion T4, realizado em 6 centros, todos dirigidos por Karl Brandt, médico pessoal de Hitler, baseava-se na economia de recursos de saúde, camas, pessoal, etc. O gás (dióxido de carbono) foi utilizado como uma das ferramentas de execução.

A ideia era estudar o paciente em vida, executá-lo com discrição e estudar seus cérebros. As investigações foram suspensas após a derrota de Stalingrado, quando tudo foi muito complicado na Alemanha.

Karl Brandt, médico pessoal de Adolf Hitler, com seu filho.

No caso dos bebês, foram criadas comissões que informavam todos os nascimentos afetados por deficiência, deformação, microcefalia, síndrome de Down e encefalopatias. As crianças condenadas à eutanásia eram transferidas para um dos 20 hospitais especializados no tratamento.

O T4 Aktion permitiu que os nacional-socialistas desenvolvessem a tecnologia após aplicada nos campos de extermínio.

Segundo a pesquisa pelos Aliados após a guerra e, a fim de julgar os nazistas em Nuremberg, foi postada um total de 470.000 vítimas da eugênica: cerca de 70.000 mortes por programa de eutanásia e 400.000 alcançados pelo programa de esterilização forçada.

A organização mantém um relacionamento direto com vários projetos de pesquisa científica ligados à genética. Por exemplo, o Projeto Genoma Humano foi um projeto dos eugenistas. Foi lançado pela Sociedade Americana de Genética Humana (ASHG), fundada por Franz J. Kallmann, membro da American Eugenics Society.

Franz J. Kallmann.

Depois da 2º Guerra Mundial, a Sociedade Eugenista Americana adotou um modelo oculto para evitar ser ligada aos Nacional-Socialistas Alemães.

O conhecimento do mapa do genoma humano permitirá refinar a selecion das crianças antes do nascimento, e até mesmo a produção industrial, de acordo com Francis H. Crick (Prêmio Nobel em 1962 junto com James D. Watson pela descoberta do DNA): "Nenhum recém-nascido deve ser declarado humano até que ele tenha passado com sucesso certos testes relacionados à sua herança genética, e em caso de falha diante de tais controles, ele deve ser privado do direito de viver".

Em 1958, Dr. Carlos Paton Blacker, secretário-geral e presidente da Eugenics Society inglesa desde 1931, fez a seguinte proposta: "que a sociedade (de eugênica) deveria perseguir objetivos eugênicos por meios menos visíveis, ou seja, uma política de cripto-eugênica, que aparentemente é um sucesso na American Eugenics Society".

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Os alemães ficaram ligados à eugênesia por causa das práticas dos nacional-socialistas que, durante a Segunda Guerra Mundial eles a praticavam contra judeus, ciganos, homossexuais e outros coletivos. Porém, a eugênesia tinha uma história em toda a Europa e mesmo nos EUA, a qual concedeu un modelo sociocultural importante ao início do debate na Alemanha, quando ainda poucos avizoraban o final sombrio do extermínio. Isso aconteceu no hemisfério ocidental, principalmente cristão. Importante: A Teoria da Evolução está diretamente relacionada ao surgimento de práticas de higiene racial, que são a origem de muitas investigações genéticas, e também grandes desastres de extermínio.

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